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Explorador BI

O Explorador BI é a tela de análise interativa do Tromso ERP. Você escolhe uma fonte de dados (um conjunto de dados do sistema, como pedidos de venda ou movimentações financeiras) e o explora na própria tela, em quatro modos: Painel, Tabela, Tabela dinâmica e Gráfico. Cada modo reorganiza os mesmos dados de um jeito diferente, para responder perguntas distintas, de um total consolidado a um cruzamento de dimensões.

A diferença central para os Relatórios dinâmicos é o que cada um entrega. O Explorador BI é uma análise viva na tela: você ajusta e vê o resultado imediatamente, sem gerar arquivo. Os Relatórios dinâmicos produzem um documento, em PDF ou Excel, que você emite e guarda. Para responder uma pergunta rápida agora, use o Explorador BI. Para emitir, arquivar ou enviar um relatório, use Relatórios dinâmicos.

No menu lateral, abra BI e relatórios › Explorador BI. A tela abre com a barra lateral de configuração à esquerda e a área de análise à direita.

Se o item Explorador BI não aparecer no menu, o seu perfil de acesso não tem a permissão de BI. Peça ao administrador do sistema para incluí-la.

O Explorador BI tem três áreas fixas, que não mudam entre os modos:

  • A barra lateral, à esquerda, onde você reabre uma visualização salva.
  • A barra, no topo, com o título, o seletor de fonte de dados, o controle de modo e os botões de ação.
  • A área de análise, que troca de conteúdo conforme o modo ativo.

A barra lateral contém apenas a seção Minhas visualizações: a lista de visualizações que você salvou e as que compartilharam com você. Clique em uma para reabri-la (detalhado em Salvar e compartilhar visualizações). Quando a lista cresce, a busca dessa seção procura pelo título e pela descrição da visualização, ignorando acentos.

A fonte de dados e o modo vivem na barra, não mais na lateral.

A barra reúne os controles da exploração, da esquerda para a direita:

  • Fonte de dados: o conjunto de dados que você vai explorar. Um clique abre um popover com busca por categoria: as fontes aparecem agrupadas em seções (Vendas, Compras, Produtos, Estoque, Financeiro, Produção, Logística, Fiscal, Configurações, Cadastros), com busca normalizada por acento. Escolha uma fonte para selecioná-la. Escolha a mesma de novo ou clique em Limpar busca no rodapé do popover para limpar a seleção.
  • Modo: alterna entre Painel, Tabela, Tabela dinâmica e Gráfico. O conteúdo da área de análise muda por inteiro a cada troca. Apresentado como controle segmentado na barra.
  • Salvar: aparece quando há alterações não salvas na configuração atual e o seu perfil tem permissão de criação ou edição de BI. Abre o diálogo para guardar o estado atual. Se não há alteração, o botão não aparece.
  • Compartilhar: aparece quando há uma visualização salva em edição e o seu perfil tem permissão de edição de BI. Abre o diálogo de gerenciamento de compartilhamentos.

O título da barra muda conforme o contexto: quando você está editando uma visualização salva, ele mostra o título da visualização. Caso contrário, mostra Explorador BI.

Cada modo responde a um tipo de pergunta sobre a fonte de dados. Escolha pelo que você quer ver.

O modo Painel mostra KPIs (indicadores numéricos) e gráficos curados para a fonte de dados selecionada. Ele é baseado em templates prontos por fonte de dados: cada template declara quais indicadores e gráficos exibir, com a agregação já definida. Você não configura nada, apenas lê o resultado.

Há template de produtividade de produção (total de apontamentos, total produzido, média e maior apontamento, gráficos por operador e por equipe) e também de contas a receber, contas a pagar, pedidos de venda e movimentações financeiras, os recortes que o Controle da missão oferece nos seus blocos. Para o significado dos indicadores de produção (e por que a soma pode passar da produção física), veja Relatórios de produtividade. O detalhe das janelas de vencimento (vencidos, hoje e restante do mês) está na página do Controle da missão.

Quando uma fonte de dados ainda não tem template, o modo Painel avisa Painel não disponível para esta fonte de dados. Nesse caso, use outro modo (Tabela, Tabela dinâmica ou Gráfico) para explorar os dados daquela fonte de dados.

O modo Tabela lista os registros da fonte de dados com as dimensões e métricas que você escolher. É o modo mais flexível: você monta as colunas, filtra, ordena e lê os totais, tudo na mesma grade.

A configuração começa no painel Campos, que tem duas seções:

  • Dimensões: os campos que descrevem e agrupam os registros (cliente, produto, data, situação, equipe). Cada dimensão marcada vira uma coluna e um critério de agrupamento.
  • Métricas: os campos numéricos que são somados ou agregados (valor total, quantidade, custo). Cada métrica marcada vira uma coluna com totalização.

Ao escolher a fonte de dados, a Tabela já vem com a primeira dimensão e a primeira métrica marcadas, e a área mostra dado cru desde o primeiro instante, sem você precisar montar nada antes de ler. Marque e desmarque campos no painel Campos para ajustar a seleção, e a consulta refaz a cada mudança. Acima das colunas, cada métrica oferece a escolha da função de agregação: Soma, Média, Máximo, Mínimo ou Contagem.

A barra de ferramentas acima da grade traz:

  • Busca: um campo de busca livre em todos os campos, que filtra os registros por texto enquanto você digita.
  • Filtros: abre um painel de filtros avançados no estilo construtor de regras, onde você monta condições por campo, operador e valor. Um contador no botão mostra quantas regras estão ativas.
  • Paginação: a navegação entre páginas com botões de seta (‹ › estilizados como botões-ícone de 32×32 px) com rótulo acessível para leitores de tela (Página anterior / Próxima página). O contador mostra Página X de Y e o total de registros (X–Y de Z), além do seletor de quantos registros por página.

Se uma regra ficar sem valor, a tabela mostra Preencha ou remova os filtros pendentes para atualizar os resultados. Complete a regra ou remova-a antes de continuar: enquanto houver pendência, a consulta e a exportação ficam bloqueadas para não mostrar um resultado mais amplo por engano.

A busca, os filtros, a paginação e a ordenação (clicando no cabeçalho de uma coluna) são todos processados no servidor. Por isso a tabela responde rápido mesmo com volumes grandes.

No topo da grade, uma linha de totalizadores mostra, para cada métrica, a soma dos registros da consulta, com o rótulo Total (N registros) informando quantos entraram na conta. Essa linha é fixa: acompanha a rolagem.

Quando a consulta não retorna registros, a grade mostra Nenhum resultado encontrado. Para corrigir, revise a busca, os filtros ou as seleções de campos.

A Tabela dinâmica cruza duas dimensões em uma grade de linhas × colunas, com as métricas calculadas nas células. É o modo para responder perguntas de cruzamento, por exemplo, faturamento por cliente, com cada mês virando uma coluna.

A configuração é por arrastar e soltar as pílulas de campo entre quatro zonas:

  • Disponíveis: os campos que ainda não foram posicionados.
  • Linhas: as dimensões que viram as linhas da grade.
  • Colunas: as dimensões cujos valores viram os cabeçalhos de coluna.
  • Valores: as métricas que preenchem as células, cada uma com sua função de agregação.

A tabela dinâmica exige ao menos um campo em Linhas, um em Colunas e um em Valores. Enquanto falta algum, a área mostra a instrução Arraste campos para Linhas, Colunas e Valores., o exemplo Total faturado por UF nas linhas e por mês nas colunas e o botão Abrir campos. Para remover uma pílula, use o botão de fechar (X) nela: uma métrica sai de Valores, uma dimensão volta para Disponíveis.

Acima do resultado, uma barra alterna o Modo de exibição da tabela dinâmica:

  • Tabela: a grade numérica clássica.
  • Mapa de calor: a grade com as células coloridas por intensidade do valor.
  • Barras: a grade com barras proporcionais dentro das células.

Quando o cruzamento ultrapassa o limite de séries (mais de 50 valores em Linhas ou em Colunas), a tabela dinâmica avisa Alta cardinalidade (X linhas × Y colunas). Reduza os campos de Linhas ou Colunas para melhor desempenho. O aviso aparece em qualquer modo de exibição, com a contagem concreta do cruzamento, e a saída é sempre a mesma: reduzir os campos de Linhas ou Colunas para reduzir o tamanho da grade.

A consulta roda sozinha assim que a configuração está completa. Se a execução falhar, a área mostra o título Erro ao executar a consulta, a causa em uma linha e o botão Tentar novamente, que refaz a mesma consulta.

O modo Gráfico plota uma dimensão contra uma métrica. É o modo para ver tendências e proporções de um olho só: a produção por operador, o faturamento ao longo do tempo, a participação de cada produto no total.

A dimensão e a métrica são escolhidas no painel de campos, não na área de análise. A dimensão é o campo que vai para o eixo X (ou define as fatias da Pizza), e a métrica é o valor numérico plotado, com a agregação derivada dela. Com as duas no lugar, o gráfico é desenhado.

Na área de análise, a escolha que sobra é o tipo: Barras, Linha, Pizza ou Área. O seletor de tipo mostra como recomendados, numa grade, os formatos que fazem sentido para o resultado atual. Os demais ficam em Mais tipos, uma seção recolhida que abre sozinha quando o tipo escolhido está lá dentro. A forma do resultado decide a recomendação:

  • Barras: sempre que há pelo menos um grupo.
  • Linha e Área: com dois grupos ou mais, porque um ponto só não forma segmento.
  • Pizza: com dois grupos ou mais, sem valor negativo e com métrica que não seja percentual. Fora desses casos, ela fica em Mais tipos.

Enquanto você não escolhe um tipo, o sistema aplica o primeiro recomendado assim que o resultado chega, e o refaz quando a forma muda. Escolher outro tipo trava essa sugestão: daí em diante o gráfico mantém o tipo escolhido, mesmo que o resultado mude. Abrir uma visualização salva também trava, porque o tipo dela foi escolhido por quem a salvou. Trocar a fonte de dados solta a trava, e a sugestão volta do zero.

Quando há duas séries ou mais, a legenda aparece para identificá-las.

Enquanto dimensão ou métrica faltam, a área mostra uma instrução, um exemplo do próprio negócio e o botão Abrir campos. A instrução muda conforme o tipo escolhido, porque o que faz sentido agrupar depende dele:

  • Barras: Escolha uma métrica e um campo para agrupar., com o exemplo Total faturado por UF.
  • Pizza: Escolha uma métrica e um campo com poucos valores., com o exemplo Total faturado por forma de pagamento.
  • Linha e Área: Escolha uma métrica e um campo de data para agrupar., com o exemplo Total faturado por mês.

Escolher só uma das duas peças (a dimensão sem a métrica, ou a métrica sem a dimensão) é erro de configuração, e não vazio: a área mostra Escolha uma dimensão para este gráfico. ou Escolha uma métrica para este gráfico., com o mesmo botão Abrir campos apontando para a escolha que falta.

A área de análise nunca fica em branco. Em qualquer momento ela está em um destes estados: carregando, vazio, sem resultado, erro ou conteúdo. A mesma linguagem vale nos quatro modos. Cada estado carrega a rota de conserto do que representa: quando dá para corrigir dali mesmo, o estado traz o botão que faz isso. Quando não dá, ele diz o que fazer fora da tela em vez de oferecer um botão inútil.

Sem fonte de dados escolhida, cada modo pede a escolha com a própria frase: Selecione uma fonte de dados para explorar os dados. na Tabela, Selecione uma fonte de dados para montar a tabela dinâmica. na Tabela dinâmica, Selecione uma fonte de dados para explorar graficamente. no Gráfico e Selecione uma fonte de dados para ver o painel. no Painel.

O carregamento assume a forma que o resultado vai ter, e cada forma mostra uma coisa diferente:

  • Esqueleto no Gráfico: um contorno ocupa o lugar do título e da área do gráfico, porque o formato do resultado já é conhecido antes de ele chegar. No Painel, cada cartão de indicador mostra um contorno no lugar do número e cada gráfico curado mostra contorno no título e na área.
  • Progresso na Tabela e na Tabela dinâmica, na primeira carga: um indicador no centro da área, porque as colunas só existem depois da resposta.
  • Sobreposto na Tabela e na Tabela dinâmica, quando a área já tem resultado e a consulta é uma atualização: um pequeno indicador no canto superior direito da área de análise.

Só a forma progresso mostra texto ao lado do indicador, e nem toda carga é a mesma. Antes da consulta, a Tabela e a Tabela dinâmica carregam a lista de campos da fonte, e é aí que elas divergem: a Tabela mostra Calculando resultados… desde o começo, e a Tabela dinâmica mostra Carregando campos…. Com os campos na tela, as duas passam a mostrar Calculando resultados… enquanto a consulta roda, e é nessa etapa que, se a consulta passar de cerca de quatro segundos, o texto troca para A consulta está demorando mais que o esperado.

No Gráfico e no Painel não há texto em nenhuma etapa: o esqueleto é a forma do carregamento. Na atualização, o único sinal é o indicador no canto, sem texto, porque a área já está mostrando o resultado anterior, que continua legível durante a espera.

O vazio aparece quando a configuração está incompleta: a consulta nem chegou a rodar. No Gráfico e na Tabela dinâmica, ele traz três coisas: uma instrução com o que fazer, um exemplo concreto do próprio negócio e o botão Abrir campos, que leva ao painel de campos. A instrução muda conforme o tipo de gráfico escolhido, porque o que faz sentido agrupar depende dele. Cada modo traz a frase dele.

Alguns estados vazios não trazem botão, porque a correção não é um clique na tela. Os dois mais comuns:

  • A fonte de dados não tem métricas configuradas: a área da Tabela e da Tabela dinâmica mostra Esta fonte de dados ainda não tem métricas configuradas. com a orientação Avise o suporte para habilitá-las., e o painel de campos repete a mesma frase no grupo Métricas. Quem habilita é o suporte.
  • A Tabela ficou sem métrica: a marcação inicial impede o caso comum, mas se você desmarcar a métrica e deixar ao menos uma dimensão, a área mostra só a instrução Nenhum resultado encontrado., sem exemplo e sem botão. A correção é marcar uma métrica no painel Campos.

O erro traz um título que diz o que não pôde ser feito e um botão de conserto. Quando a falha vem do servidor, o título vem acompanhado de uma causa em uma linha, que traduz a resposta para português claro. A causa aparece nos modos que consultam o servidor para desenhar a área: Tabela, Tabela dinâmica e Gráfico. No Painel e na falha de configuração não há causa, e o que falta já está no próprio título.

  • A consulta falhou: o título diz o que não pôde ser carregado, e o texto depende do modo, sendo Não foi possível carregar os dados da consulta. na Tabela, Erro ao executar a consulta na Tabela dinâmica e Erro ao carregar dados no Gráfico. O botão Tentar novamente refaz a mesma consulta.
  • A configuração ficou pela metade (Gráfico): a área mostra Escolha uma dimensão para este gráfico. ou Escolha uma métrica para este gráfico., com o botão Abrir campos apontando para a escolha que falta.
  • A carga de uma peça falhou: os campos da fonte (Tabela, Tabela dinâmica e Gráfico) mostram Não foi possível carregar os campos desta fonte de dados. Os indicadores e os gráficos do Painel mostram Não foi possível carregar os indicadores. e Não foi possível carregar os gráficos. A Tabela dinâmica estava mostrando Carregando campos… e a Tabela, Calculando resultados… quando a falha substituiu a tela. O Gráfico não tem estado de progresso para essa peça: ele vai direto do esqueleto para o resultado ou para o erro. Em todos esses casos o botão Tentar novamente repete só a carga que falhou, sem refazer a exploração inteira.

A causa é a mensagem do próprio sistema quando ela existe e, quando não, a tradução do estado da requisição: Sessão expirada. Entre na conta novamente quando a sessão vence, Sem permissão para esta ação quando falta permissão, Erro interno do servidor. Tente novamente em falha interna. A mensagem técnica do servidor não chega à tela.

O botão Tentar novamente repete a consulta e resolve a maioria dos casos, mas não resolve sessão vencida nem falta de permissão. Nessas duas, a causa diz o caminho: entre na conta de novo, ou peça ao administrador do sistema a permissão que falta.

A consulta rodou e voltou zero registros, e cada modo diz isso com a frase dele. Na Tabela, na Tabela dinâmica e no Gráfico a área mostra Nenhum resultado encontrado., sem botão: a correção é revisar o que você pediu, e isso vive no painel de campos, não no meio da área. Na Tabela, comece pela busca livre da barra de ferramentas, que é o filtro mais largo, e só depois vá aos filtros e às caixas de seleção de campo. No Gráfico, reveja as escolhas de dimensão e métrica no painel de campos. Na Tabela dinâmica, reveja as pílulas na faixa de Linhas, Colunas e Valores. Elas não ficam no painel Campos, que serve para encontrar os campos que você arrasta para lá (um clique no campo do painel também o insere).

O Painel é o caso aparte: ele não tem painel de campos, e a janela de cada gráfico é a que o template da fonte define, sem ajuste na tela. Quando um gráfico curado não encontra registros na janela dele, mostra Nenhum dado encontrado para esta seleção. O caminho não é refazer a seleção, é esperar o período acumular, escolher outra fonte de dados ou explorar a mesma fonte em outro modo.

Toda exploração começa pela escolha da fonte de dados, na barra. Um clique no seletor abre um popover com busca agrupada por categoria. Uma fonte de dados é um conjunto de dados do sistema, e cada um expõe os campos disponíveis em dois grupos:

  • Dimensões: campos que descrevem e agrupam (texto, data, categoria, situação). Viram linhas, colunas ou eixos.
  • Métricas: campos numéricos que podem ser somados ou agregados (valor, quantidade, custo). Viram os valores calculados.

Campos virtuais (valores calculados a partir de outros campos, como um custo total derivado dos itens de um pedido) podem ser usados como métrica. Usados como dimensão, eles retornam uma mensagem de erro clara, porque o motor não os suporta nessa posição.

Ao trocar de fonte de dados, o Explorador BI reinicia as seleções do modo ativo (dimensões, métricas, filtros, pílulas da tabela dinâmica). É proposital: cada fonte de dados tem campos próprios, então uma configuração feita para um não serve para o outro. A única exceção é a Tabela, que volta com a primeira dimensão e a primeira métrica da nova fonte marcadas, para você já ler dado.

Depois de montar uma análise que vale reabrir, você a salva como uma visualização. A visualização guarda o estado atual da exploração: a fonte de dados, o modo e toda a configuração (campos, filtros, agregações), para você ou outra pessoa revisitar exatamente como ficou.

Com alterações não salvas na configuração atual (e permissão de criação ou edição de BI), clique em Salvar na barra. O botão não aparece quando não há alteração. Isso significa que a configuração atual já foi salva ou que não houve mudança desde o último salvamento. O diálogo tem dois campos:

  • Título (obrigatório, até 255 caracteres): como a visualização aparece na lista. Use algo descritivo, como Faturamento por cliente (mensal).
  • Descrição (opcional, até 2000 caracteres): uma linha sobre o propósito, para você e os colegas se localizarem.
  1. Com a análise montada, clique em Salvar na barra.

  2. Preencha o Título (obrigatório) e, se quiser, a Descrição.

  3. Clique em Salvar. A visualização é criada e o título dela passa a aparecer no cabeçalho, indicando que você está editando-a.

Se você já estava editando uma visualização salva (o título dela está na barra), o Salvar abre o diálogo já preenchido com os valores atuais: é a atualização daquela visualização, não a criação de uma nova. Para salvar uma configuração diferente como visualização nova, abra uma visualização em branco antes.

Atualizar uma visualização salva é uma ação do criador dela: só quem é dono salva alterações sobre a existente. Se a visualização em edição foi compartilhada com você (mesmo com nível Edição), o Salvar sobre ela é recusado. Guarde a sua versão como uma visualização nova, que passa a ser sua.

Com uma visualização salva em edição (e permissão de edição de BI), clique em Compartilhar na barra. Só o criador da visualização consegue gerenciar o compartilhamento: a permissão de edição faz o botão aparecer, mas a ação é recusada se você não é o dono. O diálogo é uma lista editável de quem tem acesso: você declara o conjunto final de destinatários e o nível de cada um, e o Salvar envia essa lista inteira de uma vez. Não há botão de adicionar nem de remover item a item: você edita a lista como um todo e salva o estado final.

A lista já traz quem recebeu acesso antes. Cada linha mostra o nome do destinatário e um seletor de nível, Leitura ou Edição, que você troca na própria linha. Para incluir mais pessoas, use o campo Usuários no topo do diálogo: digite parte do nome ou do e-mail e escolha a pessoa nos resultados. Ela entra como um chip na lista, já com o nível Leitura, que você pode mudar para Edição. Para retirar alguém, remova a linha da lista. O rodapé do diálogo tem Cancelar e Salvar.

O que revoga o acesso é o Salvar, não o ato de remover a linha. Tirar uma pessoa da lista e salvar deixa ela sem acesso à visualização. Esvaziar a lista inteira e salvar revoga todos os acessos de uma vez. Por isso o diálogo funciona como declaração do estado final: o que está na lista ao salvar é o que fica, e o resto sai. Cancelar descarta as edições e fecha sem alterar nada.

Leitura deixa a pessoa abrir e ver a visualização, e Edição deixa abrir, ver e alterar. O compartilhamento é sempre para um usuário específico: não existe “compartilhar com todos da organização”. Só o criador da visualização, o dono, gerencia os compartilhamentos.

O campo Usuários só oferece destinatários elegíveis. A lista é restrita em quatro eixos, e entender isso responde à dúvida real: “por que fulano não aparece na busca?”.

  • Só usuários ativos. Quem foi desativado no sistema some da busca.
  • Só quem tem vínculo ativo com a organização do contexto. Usuário de outra organização nunca aparece, e um vínculo revogado também não.
  • Você não aparece na própria lista. Você é o dono da visualização e já tem acesso total.
  • Teto de resultados por busca. A lista não rola indefinidamente: ela traz um número limitado de nomes de cada vez. Se o colega não aparece numa busca ampla, digite mais letras do nome ou do e-mail para refinar, e ele aparece assim que a busca fica específica o bastante.

O diálogo concede acesso a usuários. Um perfil só aparece na lista quando já tem acesso à visualização (por ter sido incluído antes, por outra via). Nesse caso você pode alterar o nível dele (Leitura ou Edição) na própria linha, ou removê-lo, e o Salvar confirma a mudança. Hoje a tela não oferece o perfil como destinatário na hora de conceder: não há como dar acesso a um perfil pelo diálogo. A página descreve concessão a usuário e trata o perfil como um vínculo existente.

Se a carga dos acessos atuais falhar, o diálogo mostra a mensagem Não foi possível carregar quem tem acesso. Tente novamente. no lugar da lista, e o Salvar fica indisponível. Isso é proposital, não é bug: o Salvar envia o conjunto completo de destinatários, então salvar sobre uma lista que não chegou revogaria todos os acessos de uma vez. Feche o diálogo e abra de novo. Se a lista carregar, você volta a editar normalmente. Enquanto a lista não carrega, nada do que você tinha está perdido: os acessos continuam como estavam, porque nada foi salvo.

As visualizações que você salvou e as que compartilharam com você aparecem na seção Minhas visualizações da barra lateral. Clique em uma para reabri-la: a fonte de dados, o modo e a configuração são restaurados, e o título dela passa a constar na barra. Se a lista estiver vazia, aparece Nenhuma visualização salva.

Qual a diferença entre Explorador BI e Relatórios dinâmicos?

O Explorador BI é uma análise interativa na tela: você ajusta a fonte de dados, o modo e os campos e vê o resultado na hora, sem gerar arquivo. Os Relatórios dinâmicos produzem um documento em PDF ou Excel, que você emite, arquiva e envia. Para responder uma pergunta agora, use o Explorador BI. Para emitir um relatório formal, use Relatórios dinâmicos.

Não vejo o item Explorador BI no menu.

O seu perfil de acesso não tem a permissão de BI. Peça ao administrador do sistema para incluí-la. Sem essa permissão, o item não aparece no menu de jeito nenhum.

Vejo o Explorador BI, mas não aparecem os botões Salvar e Compartilhar.

Essas ações têm duas exigências. Para Salvar, é preciso ter permissão de criação ou edição de BI e ter alterações não salvas na configuração: sem alteração, o botão não aparece. Para Compartilhar, é preciso ter permissão de edição de BI e estar editando uma visualização salva (o título dela está na barra). Se os botões não aparecem, pode ser o perfil que limita a ação ou a ausência de alteração pendente.

Selecionei uma fonte de dados e a área avisa que não há métricas configuradas.

Essa fonte de dados não tem campos numéricos habilitados como métrica. A área de análise da Tabela e da Tabela dinâmica mostra o aviso Esta fonte de dados ainda não tem métricas configuradas. com a orientação Avise o suporte para habilitá-las., e o painel de campos repete a frase no grupo Métricas. No Gráfico, que precisa de métrica para plotar, o aviso aparece nesse mesmo grupo do painel de campos. Apenas o modo Painel pode ter conteúdo nesse caso, se houver template. É um dos poucos estados sem botão: quem habilita as métricas é o suporte, e nenhum botão na tela faria isso.

Escolhi a fonte de dados e a Tabela já veio com uma dimensão e uma métrica marcadas. Posso trocar?

Pode, e essa marcação inicial é de propósito: ao escolher a fonte, o Explorador BI já marca a primeira dimensão e a primeira métrica disponíveis, para você ler dado cru desde o primeiro instante em vez de montar a seleção antes. Marque e desmarque os campos no painel Campos para trocar. A consulta refaz a cada mudança. Reabrir uma visualização salva restaura a seleção que foi salva com ela, e não a marcação inicial.

O gráfico avisou que falta a métrica depois de eu já ter escolhido a dimensão. Perdi o gráfico?

Não. Escolher só uma das duas peças é erro de configuração, não perda: a área mostra Escolha uma métrica para este gráfico. (ou Escolha uma dimensão para este gráfico., no caso inverso) com o botão Abrir campos, que abre o painel na escolha que falta. Clique no botão, marque a peça que falta e o gráfico é desenhado. A configuração que já estava pronta continua salva.

A consulta está demorando muito. Fecho a tela e abro de novo?

Não precisa, e o sinal depende do modo. Antes de a consulta rodar, a Tabela e a Tabela dinâmica carregam a lista de campos da fonte, e é aí que elas divergem: a Tabela já mostra Calculando resultados…, e a Tabela dinâmica mostra Carregando campos…. Com a consulta montada, as duas passam a mostrar Calculando resultados…, e é nessa etapa que, depois de cerca de quatro segundos, o texto troca para A consulta está demorando mais que o esperado. No Gráfico e no Painel o carregamento é só o esqueleto, sem texto em nenhuma etapa. E, quando a área já tinha resultado, a atualização não substitui nada: o resultado anterior continua na tela, legível, e o único sinal é um pequeno indicador no canto superior direito, também sem texto. É esse resultado que você deve aguardar. Um cruzamento amplo de Tabela dinâmica ou uma métrica sobre muitas datas leva mais tempo que o normal. Se a demora persistir ou se a consulta falhar de vez, use Tentar novamente, que refaz a mesma consulta.

A área mostrou 'Sessão expirada' ou 'Sem permissão para esta ação'. O que o Tentar novamente faz?

Tentar novamente repete a mesma consulta, e resolve a maioria dos casos. Ele não resolve esses dois: com a sessão vencida, entre na conta de novo, e sem permissão, peça ao administrador do sistema a permissão de BI que falta. A causa escrita abaixo do título é a que diz qual dos dois é o seu caso.

Troquei uma métrica por Contagem e o valor ficou sem o R$. Errou?

Não. A função Contagem conta registros e mostra um inteiro, sem unidade, diferente de Soma, Média, Máximo e Mínimo, que preservam a unidade do campo. Se você quer o valor monetário de volta, troque a agregação da métrica para Soma.

Troquei de fonte de dados e minhas seleções somem.

Isso é proposital. Cada fonte de dados tem campos próprios, então as dimensões, métricas e filtros de um não se aplicam a outro. Ao trocar de fonte de dados, o Explorador BI reinicia as seleções para você configurar a nova análise do zero. A única exceção é a Tabela, que volta com a primeira dimensão e a primeira métrica da nova fonte marcadas, para você já ler dado. Para guardar uma análise antes de trocar, salve-a como visualização.

Como compartilho uma visualização com toda a equipe?

Não há compartilhamento em massa. O compartilhamento é sempre por usuário específico, com nível Leitura ou Edição. Para que várias pessoas vejam, abra o diálogo de Compartilhar e adicione cada uma pelo campo Usuários, digitando parte do nome ou do e-mail. Um perfil que já tem acesso aparece na lista e pode ter o nível alterado ou ser removido, mas a tela não concede acesso a perfil, apenas a usuário.

O botão Salvar do diálogo de Compartilhar ficou travado. É bug?

Não. O Salvar envia o conjunto completo de destinatários de uma vez, então ele fica indisponível enquanto a lista de acessos está carregando ou se a carga falha. Salvar sem a lista revogaria todos os acessos. Quando a carga falha, aparece Não foi possível carregar quem tem acesso. Tente novamente. Feche o diálogo e abra de novo. Enquanto isso, nada está perdido: os acessos continuam como estavam, porque nada foi salvo.

O gráfico de pizza ficou impossível de ler.

A pizza perde leitura quando a dimensão tem muitos valores. Por isso ela colore no máximo três fatias e junta o restante numa única fatia cinza Demais, com a contagem de valores agrupados entre parênteses. Para comparar muitos valores um a um, prefira o gráfico de Barras, que compara por altura e escala melhor.

Por que dois clientes com o mesmo nome aparecem como um só no gráfico ou na tabela dinâmica?

Ao agrupar por uma dimensão de relação (cliente, fornecedor, produto), o Explorador BI agrupa pelo rótulo da entidade (nome ou razão social), não pela identidade. Dois registros ligados a entidades diferentes que têm o mesmo rótulo caem num único grupo, e suas métricas se somam: viram uma barra, uma fatia ou uma linha só. É o comportamento esperado do agrupamento por rótulo: nomes iguais se fundem. A mesma fusão acontece na Tabela quando a dimensão de relação está entre as colunas de agrupamento: registros de entidades homônimas viram uma linha só, com as métricas somadas. Na Tabela dinâmica, a fusão aparece quando a dimensão de relação está em Linhas ou Colunas: entidades homônimas colapsam num único cabeçalho de linha ou de coluna, e os Valores das células somam as métricas das duas. Se você precisa distinguir duas entidades homônimas, adicione, além do nome, uma segunda dimensão que as separe (quando a fonte de dados oferecer uma), para o agrupamento considerar a combinação em vez de só o rótulo.

Quem consegue ver a visualização que compartilharam comigo?

Depende do nível que cada compartilhamento recebeu. Leitura deixa a pessoa abrir e ver, e Edição deixa abrir, ver e alterar. Você só vê e gerencia os compartilhamentos das visualizações de que é dono.

Compartilharam comigo uma visualização com nível Edição. Alterei e salvei, mas deu erro. Por quê?

O nível Edição de um compartilhamento deixa você abrir, ver e alterar a exploração na tela, mas não transfere a propriedade da visualização salva. Atualizar uma visualização (salvar alterações sobre a existente), excluí-la e gerenciar quem tem acesso são ações do criador dela. Se você não é o dono, o Salvar sobre a visualização compartilhada é recusado. Para guardar a sua versão, salve-a como uma visualização nova (com permissão de criação de BI): ela passa a ser sua, e você a compartilha como dono.