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Explorador BI

O Explorador BI é a tela de análise interativa do Tromso ERP. Você escolhe uma fonte de dados (um conjunto de dados do sistema, como pedidos de venda ou movimentações financeiras) e o explora na própria tela, em quatro modos: Painel, Tabela, Tabela dinâmica e Gráfico. Cada modo reorganiza os mesmos dados de um jeito diferente, para responder perguntas distintas — de um total consolidado a um cruzamento de dimensões.

A diferença central para os Relatórios dinâmicos é o que cada um entrega. O Explorador BI é uma análise viva na tela: você ajusta e vê o resultado imediatamente, sem gerar arquivo. Os Relatórios dinâmicos produzem um documento — em PDF ou Excel — que você emite e guarda. Para responder uma pergunta rápida agora, use o Explorador BI; para emitir, arquivar ou enviar um relatório, use Relatórios dinâmicos.

No menu lateral, abra BI e relatórios › Explorador BI. A tela abre com a barra lateral de configuração à esquerda e a área de análise à direita.

Se o item Explorador BI não aparecer no menu, o seu perfil de acesso não tem a permissão de BI. Peça ao administrador do sistema para incluí-la.

O Explorador BI tem três áreas fixas, que não mudam entre os modos:

  • A barra lateral, à esquerda, onde você escolhe o modo, a fonte de dados e reabre uma visualização salva.
  • O cabeçalho, no topo, com o título dinâmico e os botões de ação.
  • A área de análise, que troca de conteúdo conforme o modo ativo.

A barra lateral reúne três seletores, do topo para baixo:

  • Modo — alterna entre Painel, Tabela, Tabela dinâmica e Gráfico. O conteúdo da área de análise muda por inteiro a cada troca.
  • Fonte de dados — o conjunto de dados que você vai explorar. A lista traz as entidades relatoriáveis do sistema (pedidos de venda, notas emitidas, movimentações financeiras, saldos de estoque, produtos, cargas, entre outras). Selecione o mesmo item de novo para limpar a seleção.
  • Minhas visualizações — as visualizações que você salvou e as que compartilharam com você. Clique em uma para reabri-la (detalhado em Salvar e compartilhar visualizações). Quando a lista cresce, a busca dessa seção procura pelo título e pela descrição da visualização, ignorando acentos.

O título do cabeçalho muda conforme o contexto: quando você está editando uma visualização salva, ele mostra o título da visualização; caso contrário, mostra o nome da fonte de dados selecionada (ou Explorador BI, antes de escolher uma fonte de dados).

À direita, dois botões aparecem sob condições próprias:

  • Salvar — aparece quando há uma fonte de dados selecionada e o seu perfil tem permissão de criação ou edição de BI. Abre o diálogo para guardar o estado atual da exploração.
  • Compartilhar — aparece quando há uma visualização salva em edição e o seu perfil tem permissão de edição de BI. Abre o diálogo de gerenciamento de compartilhamentos.

Cada modo responde a um tipo de pergunta sobre a fonte de dados. Escolha pelo que você quer ver.

O modo Painel mostra KPIs (indicadores numéricos) e gráficos curados para a fonte de dados selecionada. Ele é baseado em templates prontos por fonte de dados: cada template declara quais indicadores e gráficos exibir, com a agregação já definida — você não configura nada, apenas lê o resultado.

Há template de produtividade de produção (total de apontamentos, total produzido, média e maior apontamento, gráficos por operador e por equipe) e também de contas a receber, contas a pagar, pedidos de venda e movimentações financeiras — os mesmos recortes que a tela inicial oferece na grade de blocos. Para o significado dos indicadores de produção — e por que a soma pode passar da produção física —, veja Relatórios de produtividade. O detalhe das janelas de vencimento (vencidos, hoje e restante do mês) está na página da tela inicial.

Quando uma fonte de dados ainda não tem template, o modo Painel avisa Painel não disponível para esta fonte de dados. Nesse caso, use outro modo (Tabela, Tabela dinâmica ou Gráfico) para explorar os dados daquela fonte de dados.

O modo Tabela lista os registros da fonte de dados com as dimensões e métricas que você escolher. É o modo mais flexível: você monta as colunas, filtra, ordena e lê os totais, tudo na mesma grade.

A configuração começa no painel Campos, que tem duas seções:

  • Dimensões — os campos que descrevem e agrupam os registros (cliente, produto, data, situação, equipe). Cada dimensão marcada vira uma coluna e um critério de agrupamento.
  • Métricas — os campos numéricos que são somados ou agregados (valor total, quantidade, custo). Cada métrica marcada vira uma coluna com totalização.

A tabela exige ao menos uma dimensão e uma métrica para renderizar. Enquanto não há seleção, a área mostra Selecione ao menos uma dimensão e uma métrica para visualizar os dados. Acima das colunas, cada métrica oferece a escolha da função de agregação: Soma, Média, Máximo, Mínimo ou Contagem.

A barra de ferramentas acima da grade traz:

  • Busca — um campo de busca livre em todos os campos, que filtra os registros por texto enquanto você digita.
  • Filtros — abre um painel de filtros avançados no estilo construtor de regras, onde você monta condições por campo, operador e valor. Um contador no botão mostra quantas regras estão ativas.
  • Paginação — a navegação entre páginas ( página/total ), o total de registros (X–Y de Z) e o seletor de quantos registros por página.

A busca, os filtros, a paginação e a ordenação (clicando no cabeçalho de uma coluna) são todos processados no servidor. Por isso a tabela responde rápido mesmo com volumes grandes.

No topo da grade, uma linha de totalizadores mostra, para cada métrica, a soma dos registros da consulta, com o rótulo Total (N registros) informando quantos entraram na conta. Essa linha é fixa: acompanha a rolagem.

Quando a consulta não retorna registros, a grade mostra Nenhum resultado encontrado. — revise a busca, os filtros ou as seleções de campos.

A Tabela dinâmica cruza duas dimensões em uma grade de linhas × colunas, com as métricas calculadas nas células. É o modo para responder perguntas de cruzamento — por exemplo, faturamento por cliente, com cada mês virando uma coluna.

A configuração é por arrastar e soltar as pílulas de campo entre quatro zonas:

  • Disponíveis — os campos que ainda não foram posicionados.
  • Linhas — as dimensões que viram as linhas da grade.
  • Colunas — as dimensões cujos valores viram os cabeçalhos de coluna.
  • Valores — as métricas que preenchem as células, cada uma com sua função de agregação.

A tabela dinâmica exige ao menos um campo em Linhas, um em Colunas e um em Valores. Enquanto falta algum, a área mostra Arraste campos para Linhas, Colunas e Valores para gerar a tabela dinâmica. Para remover uma pílula, use o botão de fechar (X) nela — uma métrica sai de Valores, uma dimensão volta para Disponíveis.

Acima do resultado, uma barra alterna o Modo de exibição da tabela dinâmica:

  • Tabela — a grade numérica clássica.
  • Mapa de calor — a grade com as células coloridas por intensidade do valor.
  • Barras — a grade com barras proporcionais dentro das células.

Quando o cruzamento ultrapassa o limite de séries — mais de 50 valores em Linhas ou em Colunas — a tabela dinâmica avisa Alta cardinalidade (X linhas × Y colunas). Reduza os campos de Linhas ou Colunas para melhor desempenho. O aviso aparece em qualquer modo de exibição, com a contagem concreta do cruzamento, e a saída é sempre a mesma: reduzir os campos de Linhas ou Colunas para reduzir o tamanho da grade.

A consulta roda sozinha assim que a configuração está completa. Se algo falha na execução, aparece a mensagem Erro ao executar a consulta com o detalhe.

O modo Gráfico plota uma dimensão contra uma métrica. É o modo para ver tendências e proporções de um olho só — a produção por operador, o faturamento ao longo do tempo, a participação de cada produto no total.

O construtor tem três escolhas:

  • Dimensão — o campo que vai para o eixo X (ou define as fatias).
  • Métrica — o valor numérico plotado (com a agregação derivada da métrica).
  • Tipo — o formato do gráfico: Barras, Linha, Pizza ou Área.

Assim que dimensão, métrica e tipo estão escolhidos, o gráfico é desenhado. Antes disso, a área mostra Selecione dimensão, métrica e tipo para gerar o gráfico.

Toda exploração começa pela escolha da fonte de dados, na barra lateral. Uma fonte de dados é um conjunto de dados do sistema, e cada um expõe os campos disponíveis em dois grupos:

  • Dimensões — campos que descrevem e agrupam (texto, data, categoria, situação). Viram linhas, colunas ou eixos.
  • Métricas — campos numéricos que podem ser somados ou agregados (valor, quantidade, custo). Viram os valores calculados.

Campos virtuais — valores calculados a partir de outros campos, como um custo total derivado dos itens de um pedido — podem ser usados como métrica. Usados como dimensão, eles retornam uma mensagem de erro clara, porque o motor não os suporta nessa posição.

Ao trocar de fonte de dados, o Explorador BI reinicia as seleções do modo ativo (dimensões, métricas, filtros, pílulas da tabela dinâmica). É proposital: cada fonte de dados tem campos próprios, então uma configuração feita para um não serve para o outro.

Depois de montar uma análise que vale reabrir, você a salva como uma visualização. A visualização guarda o estado atual da exploração — a fonte de dados, o modo e toda a configuração (campos, filtros, agregações) — para você ou outra pessoa revisitar exatamente como ficou.

Com uma fonte de dados selecionada (e permissão de criação ou edição de BI), clique em Salvar no cabeçalho. O diálogo tem dois campos:

  • Título (obrigatório, até 255 caracteres) — como a visualização aparece na lista. Use algo descritivo, como Faturamento por cliente — mensal.
  • Descrição (opcional, até 2000 caracteres) — uma linha sobre o propósito, para você e os colegas se localizarem.
  1. Com a análise montada, clique em Salvar no cabeçalho.

  2. Preencha o Título (obrigatório) e, se quiser, a Descrição.

  3. Clique em Salvar. A visualização é criada e o título dela passa a aparecer no cabeçalho, indicando que você está editando-a.

Se você já estava editando uma visualização salva (o título dela está no cabeçalho), o Salvar abre o diálogo já preenchido com os valores atuais — é a atualização daquela visualização, não a criação de uma nova. Para salvar uma configuração diferente como visualização nova, abra uma visualização em branco antes.

Atualizar uma visualização salva é uma ação do criador dela: só quem é dono salva alterações sobre a existente. Se a visualização em edição foi compartilhada com você (mesmo com nível Edição), o Salvar sobre ela é recusado — guarde a sua versão como uma visualização nova, que passa a ser sua.

Com uma visualização salva em edição (e permissão de edição de BI), clique em Compartilhar no cabeçalho. Só o criador da visualização consegue gerenciar o compartilhamento: a permissão de edição faz o botão aparecer, mas a ação é recusada se você não é o dono. O diálogo é uma lista editável de quem tem acesso: você declara o conjunto final de destinatários e o nível de cada um, e o Salvar envia essa lista inteira de uma vez. Não há botão de adicionar nem de remover item a item — você edita a lista como um todo e salva o estado final.

A lista já traz quem recebeu acesso antes. Cada linha mostra o nome do destinatário e um seletor de nível, Leitura ou Edição, que você troca na própria linha. Para incluir mais pessoas, use o campo Usuários no topo do diálogo: digite parte do nome ou do e-mail e escolha a pessoa nos resultados; ela entra como um chip na lista, já com o nível Leitura, que você pode mudar para Edição. Para retirar alguém, remova a linha da lista. O rodapé do diálogo tem Cancelar e Salvar.

O que revoga o acesso é o Salvar, não o ato de remover a linha. Tirar uma pessoa da lista e salvar deixa ela sem acesso à visualização; esvaziar a lista inteira e salvar revoga todos os acessos de uma vez. Por isso o diálogo funciona como declaração do estado final: o que está na lista ao salvar é o que fica, e o resto sai. Cancelar descarta as edições e fecha sem alterar nada.

Leitura deixa a pessoa abrir e ver a visualização; Edição deixa abrir, ver e alterar. O compartilhamento é sempre para um usuário específico — não existe “compartilhar com todos da organização”. Só o criador da visualização — o dono — gerencia os compartilhamentos.

O campo Usuários só oferece destinatários elegíveis. A lista é restrita em quatro eixos, e entender isso responde à dúvida real: “por que fulano não aparece na busca?”.

  • Só usuários ativos. Quem foi desativado no sistema some da busca.
  • Só quem tem vínculo ativo com a organização do contexto. Usuário de outra organização nunca aparece, e um vínculo revogado também não.
  • Você não aparece na própria lista. Você é o dono da visualização e já tem acesso total.
  • Teto de resultados por busca. A lista não rola indefinidamente: ela traz um número limitado de nomes de cada vez. Se o colega não aparece numa busca ampla, digite mais letras do nome ou do e-mail para refinar — ele aparece assim que a busca fica específica o bastante.

O diálogo concede acesso a usuários. Um perfil só aparece na lista quando já tem acesso à visualização — por ter sido incluído antes, por outra via. Nesse caso você pode alterar o nível dele (Leitura ou Edição) na própria linha, ou removê-lo, e o Salvar confirma a mudança. Hoje a tela não oferece o perfil como destinatário na hora de conceder: não há como dar acesso a um perfil pelo diálogo. A página descreve concessão a usuário e trata o perfil como um vínculo existente.

Se a carga dos acessos atuais falhar, o diálogo mostra a mensagem Não foi possível carregar quem tem acesso. Tente novamente. no lugar da lista, e o Salvar fica indisponível. Isso é proposital, não é bug: o Salvar envia o conjunto completo de destinatários, então salvar sobre uma lista que não chegou revogaria todos os acessos de uma vez. Feche o diálogo e abra de novo; se a lista carregar, você volta a editar normalmente. Enquanto a lista não carrega, nada do que você tinha está perdido — os acessos continuam como estavam, porque nada foi salvo.

As visualizações que você salvou e as que compartilharam com você aparecem na seção Minhas visualizações da barra lateral. Clique em uma para reabri-la: a fonte de dados, o modo e a configuração são restaurados, e o título dela passa a constar no cabeçalho. Se a lista estiver vazia, aparece Nenhuma visualização salva.

Qual a diferença entre Explorador BI e Relatórios dinâmicos?

O Explorador BI é uma análise interativa na tela: você ajusta a fonte de dados, o modo e os campos e vê o resultado na hora, sem gerar arquivo. Os Relatórios dinâmicos produzem um documento em PDF ou Excel, que você emite, arquiva e envia. Para responder uma pergunta agora, use o Explorador BI; para emitir um relatório formal, use Relatórios dinâmicos.

Não vejo o item Explorador BI no menu.

O seu perfil de acesso não tem a permissão de BI. Peça ao administrador do sistema para incluí-la. Sem essa permissão, o item não aparece no menu de jeito nenhum.

Vejo o Explorador BI, mas não aparecem os botões Salvar e Compartilhar.

Essas ações têm duas exigências, uma de perfil e uma de propriedade. No perfil, Salvar pede permissão de criação (ou edição, ao atualizar) e Compartilhar pede permissão de edição; sem elas, os botões não aparecem. Na propriedade, atualizar uma visualização salva, excluí-la e gerenciar quem tem acesso são ações do criador dela — mesmo com a permissão de edição, você só consegue fazer isso numa visualização de que é dono. Além disso, Compartilhar só aparece quando há uma visualização salva em edição (o título dela está no cabeçalho). Se os botões não aparecem, é o seu perfil que limita as ações.

Selecionei uma fonte de dados e a área avisa que não há métricas configuradas.

Essa fonte de dados não tem campos numéricos habilitados como métrica. Tabela, Tabela dinâmica e Gráfico dependem de métricas e ficam vazios. Apenas o modo Painel pode ter conteúdo, se houver template. O aviso Esta fonte de dados ainda não tem métricas configuradas. Avise o suporte para habilitá-las. orienta a pedir a configuração ao suporte.

Troquei uma métrica por Contagem e o valor ficou sem o R$. Errou?

Não. A função Contagem conta registros e mostra um inteiro, sem unidade — diferente de Soma, Média, Máximo e Mínimo, que preservam a unidade do campo. Se você quer o valor monetário de volta, troque a agregação da métrica para Soma.

Troquei de fonte de dados e minhas seleções somem.

Isso é proposital. Cada fonte de dados tem campos próprios, então as dimensões, métricas e filtros de um não se aplicam a outro. Ao trocar de fonte de dados, o Explorador BI reinicia as seleções para você configurar a nova análise do zero. Para guardar uma análise antes de trocar, salve-a como visualização.

Como compartilho uma visualização com toda a equipe?

Não há compartilhamento em massa. O compartilhamento é sempre por usuário específico, com nível Leitura ou Edição. Para que várias pessoas vejam, abra o diálogo de Compartilhar e adicione cada uma pelo campo Usuários, digitando parte do nome ou do e-mail. Um perfil que já tem acesso aparece na lista e pode ter o nível alterado ou ser removido, mas a tela não concede acesso a perfil — só a usuário.

O botão Salvar do diálogo de Compartilhar ficou travado. É bug?

Não. O Salvar envia o conjunto completo de destinatários de uma vez, então ele fica indisponível enquanto a lista de acessos está carregando ou se a carga falha — salvar sem a lista revogaria todos os acessos. Quando a carga falha, aparece Não foi possível carregar quem tem acesso. Tente novamente. Feche o diálogo e abra de novo. Enquanto isso, nada está perdido: os acessos continuam como estavam, porque nada foi salvo.

O gráfico de pizza ficou impossível de ler.

A pizza perde leitura quando a dimensão tem muitos valores. Por isso ela colore no máximo três fatias e junta o restante numa única fatia cinza Demais, com a contagem de valores agrupados entre parênteses. Para comparar muitos valores um a um, prefira o gráfico de Barras, que compara por altura e escala melhor.

Por que dois clientes com o mesmo nome aparecem como um só no gráfico ou na tabela dinâmica?

Ao agrupar por uma dimensão de relação — cliente, fornecedor, produto —, o Explorador BI agrupa pelo rótulo da entidade (nome ou razão social), não pela identidade. Dois registros ligados a entidades diferentes que têm o mesmo rótulo caem num único grupo, e suas métricas se somam: viram uma barra, uma fatia ou uma linha só. É o comportamento esperado do agrupamento por rótulo — nomes iguais se fundem. A mesma fusão acontece na Tabela quando a dimensão de relação está entre as colunas de agrupamento: registros de entidades homônimas viram uma linha só, com as métricas somadas. Na Tabela dinâmica, a fusão aparece quando a dimensão de relação está em Linhas ou Colunas: entidades homônimas colapsam num único cabeçalho de linha ou de coluna, e os Valores das células somam as métricas das duas. Se você precisa distinguir duas entidades homônimas, adicione, além do nome, uma segunda dimensão que as separe — quando a fonte de dados oferecer uma — para o agrupamento considerar a combinação em vez de só o rótulo.

Quem consegue ver a visualização que compartilharam comigo?

Depende do nível que cada compartilhamento recebeu. Leitura deixa a pessoa abrir e ver; Edição deixa abrir, ver e alterar. Você só vê e gerencia os compartilhamentos das visualizações de que é dono.

Compartilharam comigo uma visualização com nível Edição; alterei e salvei, mas deu erro. Por quê?

O nível Edição de um compartilhamento deixa você abrir, ver e alterar a exploração na tela — não transfere a propriedade da visualização salva. Atualizar uma visualização (salvar alterações sobre a existente), excluí-la e gerenciar quem tem acesso são ações do criador dela. Se você não é o dono, o Salvar sobre a visualização compartilhada é recusado. Para guardar a sua versão, salve-a como uma visualização nova (com permissão de criação de BI): ela passa a ser sua, e você a compartilha como dono.